Pronto para o X

7 cards 1080×1350 (4:5) — uma imagem por post na thread

O plano

Econômico

de Renan Santos

Renan Santos

Estado enxuto, mas estratégico.

Responsabilidade fiscal com presença estratégica do Estado para desenvolver o Brasil.

Plano econômico · Renan Santos01 / 07

1) PEC de equilíbrio fiscal

1.1 Renan vai cortar gastos desnecessários

  • Fim dos supersalários da elite do funcionalismo público

  • Fim dos super privilégios previdenciários dos militares

  • Fim da renúncias fiscais para as grandes empresas que não entregam bons resultados

  • Fim dos pisos de investimentos obrigatórios na saúde e educação

  • Desindexação do salário mínimo do BPC e aposentadoria

  • Condiciona o aumento de emendas parlamentares à redução de gastos obrigatórios

Objetivo: reduzir ao máximo gastos obrigatórios desnecessários para recuperar o poder de investimento público pelo gasto discricionário.

Plano econômico · Renan Santos02 / 07

1) PEC de equilíbrio fiscal

1.2 Com essa PEC, Renan vai resolver a crise fiscal

A cada ano os gastos obrigatórios do Estado brasileiro aumentam significativamente e em algum momento nosso orçamento não vai acompanhar isso — alguns economistas renomados estipulam que essa bomba fiscal deve explodir já em 2027.

1.4 Qual o objetivo com esse ajuste fiscal?

Essa PEC é a reforma estrutural mais importante desde o Plano Real — economia de R$ 1,1 trilhão em 6 anos e até R$ 3 trilhões em 10 anos.

Terapia de choque a la Milei, com Tripé Macroeconômico e Teto de Gastos — e uma diferença fundamental: a PEC abre espaço orçamentário para investimentos públicos, infraestrutura e desfavelização.

Plano econômico · Renan Santos03 / 07

1) PEC de equilíbrio fiscal

1.3 O que essa reforma fiscal vai gerar?

  • Juros baixos pela responsabilidade fiscal, com crédito barato

  • Maior atração de investimentos privados pelo controle fiscal

  • Maiores investimentos públicos no orçamento discricionário: infraestrutura, desfavelização, mega presídios federais e educação básica

  • Abertura fiscal para redução da alíquotas dos impostos

  • Moeda valorizada e câmbio forte, com política monetária em dia

  • Retorno ao Tripé Macroeconômico ortodoxo de FHC: superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação — Real forte, poder de compra preservado

Plano econômico · Renan Santos04 / 07

1) PEC de equilíbrio fiscal

1.5 Desindexar o salário mínimo do BPC e aposentadoria é bom para o trabalhador?

Sim, é bom, pois:

  • É algo justo e aplicado nos países desenvolvidos. Com o sistema atual os gastos públicos aumentam absurdamente e os beneficiários só ganham mais inflação e menos poder de compra — sem aumento de produtividade nem uma economia real pujante.

  • No médio e longo prazo, esses trabalhadores já perceberão a diferença pelo choque de responsabilidade fiscal: juros baixo, carga tributária menor, maior investimento público em áreas essenciais e o mercado indutor muito forte desde o período do Boom das Commodities.

Plano econômico · Renan Santos05 / 07

2) Reforma de competitividade

Complemento da reforma fiscal — para atrair investimentos privados e desenvolver a economia:

  • Juros baixo, crédito barato e dívida pública controlada

  • Destruição do crime organizado e campanha de desfavelização

  • Redução da alíquotas dos impostos, diminuindo a carga tributária

  • Investimento pesado em infraestrutura

  • Atração de indústria e agro no Norte e Nordeste, com zonas econômicas especiais

  • Desburocratização e desregulamentação, com segurança jurídica e liberdade econômica

  • Flexibilização das leis trabalhistas: menos custo, mais contratação formal e menos informalidade

Plano econômico · Renan Santos06 / 07

Resultado

Boom de investimentos privados e públicos, PIB em alta e melhorias sociais — com reformas que enfrentam a crise de segurança e as desigualdades regionais.

  • Indicadores socioeconômicos no dobro (talvez o triplo) do que apresentaram os governos de Lula e Bolsonaro, pelo boom de investimentos.

  • Em 50 anos no máximo, o Brasil será uma superpotência — uma das 5 maiores nações do mundo, ao lado de EUA, China, Rússia e Índia.