O plano
Econômico
de Renan Santos

Estado enxuto, mas estratégico.
Responsabilidade fiscal com presença estratégica do Estado para desenvolver o Brasil.
O plano
de Renan Santos

Estado enxuto, mas estratégico.
Responsabilidade fiscal com presença estratégica do Estado para desenvolver o Brasil.
1) PEC de equilíbrio fiscal
Fim dos supersalários da elite do funcionalismo público
Fim dos super privilégios previdenciários dos militares
Fim da renúncias fiscais para as grandes empresas que não entregam bons resultados
Fim dos pisos de investimentos obrigatórios na saúde e educação
Desindexação do salário mínimo do BPC e aposentadoria
Condiciona o aumento de emendas parlamentares à redução de gastos obrigatórios
Objetivo: reduzir ao máximo gastos obrigatórios desnecessários para recuperar o poder de investimento público pelo gasto discricionário.
1) PEC de equilíbrio fiscal
A cada ano os gastos obrigatórios do Estado brasileiro aumentam significativamente e em algum momento nosso orçamento não vai acompanhar isso — alguns economistas renomados estipulam que essa bomba fiscal deve explodir já em 2027.
Essa PEC é a reforma estrutural mais importante desde o Plano Real — economia de R$ 1,1 trilhão em 6 anos e até R$ 3 trilhões em 10 anos.
Terapia de choque a la Milei, com Tripé Macroeconômico e Teto de Gastos — e uma diferença fundamental: a PEC abre espaço orçamentário para investimentos públicos, infraestrutura e desfavelização.
1) PEC de equilíbrio fiscal
Juros baixos pela responsabilidade fiscal, com crédito barato
Maior atração de investimentos privados pelo controle fiscal
Maiores investimentos públicos no orçamento discricionário: infraestrutura, desfavelização, mega presídios federais e educação básica
Abertura fiscal para redução da alíquotas dos impostos
Moeda valorizada e câmbio forte, com política monetária em dia
Retorno ao Tripé Macroeconômico ortodoxo de FHC: superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação — Real forte, poder de compra preservado
1) PEC de equilíbrio fiscal
Sim, é bom, pois:
É algo justo e aplicado nos países desenvolvidos. Com o sistema atual os gastos públicos aumentam absurdamente e os beneficiários só ganham mais inflação e menos poder de compra — sem aumento de produtividade nem uma economia real pujante.
No médio e longo prazo, esses trabalhadores já perceberão a diferença pelo choque de responsabilidade fiscal: juros baixo, carga tributária menor, maior investimento público em áreas essenciais e o mercado indutor muito forte desde o período do Boom das Commodities.
Complemento da reforma fiscal — para atrair investimentos privados e desenvolver a economia:
Juros baixo, crédito barato e dívida pública controlada
Destruição do crime organizado e campanha de desfavelização
Redução da alíquotas dos impostos, diminuindo a carga tributária
Investimento pesado em infraestrutura
Atração de indústria e agro no Norte e Nordeste, com zonas econômicas especiais
Desburocratização e desregulamentação, com segurança jurídica e liberdade econômica
Flexibilização das leis trabalhistas: menos custo, mais contratação formal e menos informalidade
Boom de investimentos privados e públicos, PIB em alta e melhorias sociais — com reformas que enfrentam a crise de segurança e as desigualdades regionais.
Indicadores socioeconômicos no dobro (talvez o triplo) do que apresentaram os governos de Lula e Bolsonaro, pelo boom de investimentos.
Em 50 anos no máximo, o Brasil será uma superpotência — uma das 5 maiores nações do mundo, ao lado de EUA, China, Rússia e Índia.